Série #retrospectiva financeira: 2020 mostrou a importância de investir a longo prazo

longo prazo Entenda como funcionam as aplicações de longo e curto prazo, e em que condições cada uma delas deve ser escolhida

Em meio a pandemia do novo coronavírus, os investidores foram atingidos por fortes quedas no mercado de ações. Esses resultados mostraram que é importante investir em uma carteira diversificada, com aplicações em renda fixa, focadas em longo prazo, além dos investimentos na Bolsa de Valores.

Para investimentos a curto prazo (até um ano), o ideal é optar por títulos do Tesouro Selic, dos fundos DI e dos CDBs pós-fixados. São investimentos que podem ser sacados a qualquer momento, sem taxa de liquidez. Esse tipo de aplicação é uma boa forma de manter o seu dinheiro seguro, podendo sacá-lo novamente se necessário.

Para investimentos a longo prazo, o recomendado é investir em produtos de renda fixa, que possui taxa de liquidez menor e maior risco, como títulos privados, como CRIs (Certificados de Recebíveis Imobiliários) e debêntures de empresas com boa classificação de risco.

Outro fator importante para decidir em que investir é a sua situação de vida. Pessoas mais jovens, em geral, não têm a renda tão comprometida com filhos e outras exigências financeiras. Se esse é o seu caso, considere o seu futuro, e pense em aplicar de 20% a 50% das suas aplicações na Bolsa ou outros investimentos de maior risco.

Mas, se você é uma pessoa cuja maior parte da renda está comprometida com exigências financeiras como filhos ou outros dependentes, o ideal é que a 60% a 90%.

 

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